O poder das coligações partidárias na Assembleia da República Portuguesa- José M. Alonso-Meijide, Flávio Ferreira, Mikel Álvarez-Mozos e Alberto A. Pinto

No campo das ciências políticas, o poder de um partido numa assembleia ou parlamento é medido pela sua capacidade em transformar coligações perdedoras  em coligações vencedoras, considerando que uma coligação é vencedora, se obtiver mais do que 50% da totalidade dos votos; caso contrário, a coligação é considerada perdedora. O poder de um partido é medido atraves da sua capacidade de transformar coligaçõeso perdedoras em coligações vencedoras, dizendo-se, nesse caso, que o partido é crítico para essas coligações. A falta de poder de um partido é medido através da sua incapacidade de transformar qualquer coligação perdedora em coligação vencedora, dizendo-se, nesse caso, que o partido é nulo. Para estebelecer o poder de um partido pode-se ter em conta (i) todas as coligações vencedoras possíveis, ou (ii) restringir-se a análise µas coligações vencedoras em que todos os seus partidos são críticos, isto é, as coligações vencedoras minimais, ou, de forma bem mais abrangente, (iii) restringir-se a análise µas coligações vencedoras em que todos os seus partidos são não nulos, isto é, as coligações vencedoras ideais. O objectivo principal deste trabalho é apresentar diferentes índices numéricos que quantifiquem o poder de um partido numa assembleia ou parlamento.

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